sábado, 14 de março de 2009

Sentir-se bem é muito bom!

Sensação indiferente de onde se está, é assim que começo a perceber os lugares por onde passo, nesse momento aqui em buenos aires visitando meu irmão, consigo me sentir em casa, apesar de estar bem distante dela, pero...digo, se estivesse em casa nesse momento estaria me sentindo da mesma forma, começo a acreditar que sua casa é onde você está. E assim me sinto bem nesse momento, acho que estar aqui com meu irmão também facilita muito para que me sinta em casa.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Ir a dentista às vezes faz bem

O dia amanheceu com uma garoa que já foi típica de belém. Meu pai me contou que 20, 30 anos atrás essa garoa era mais comum, porém na época era o dia todo!
Acho que a cidade hoje está saudosista, já que a garoa persiste!
Hoje acordei mais cedo, tinha uma consulta marcada na minha dentista, (muito competente por sinal), como eu sei que ela sempre se atrasa, fui me arrumando sem muita pressa.

Fui o primeiro a chegar no consultório, a atendente veio abrir a porta pra mim, (preciso gravar o nome dela, ela é sempre muito atenciosa comigo), o consultório dela fica num prédio moderno, desses bem bacana.
Enquanto a atendente arrumava o consultório, uma paciente tocou a campainha, nesse momento eu estava folheando uma revista, mas olhei pelo canto do olho ela passar, não queria ser indiscreto. Ela sentou numa poltrona bem do meu lado, não demorou muito se virou e me perguntou.

– Qual é o seu horário?
Ai respondi
– 8:30, mas ela sempre atrasa!

Rolou aquele silêncio meio desconfortável, não sei porque achei que ela queria puxar conversa. Então perguntei.

– E você qual é o seu.

Ela respondeu, dizendo que era das 9, então não pude me conter e comecei a puxar conversa.
Engraçado as possibilidades que as pessoas tem de se conhecer, e os diversos lugares também, às vezes os mais inusitados, como num consultório.
Mirlei, ela se chama mirlei, achei muito diferente esse nome, nunca havia conhecido alguém com um nome assim antes, bem estranho, tenho que admitir.
Mas diferente do nome ela era bem bonita, uma morenaça, estava de férias e visitando a mãe que mora aqui, ela mesmo mora em Macapá. Porém tinha estudado numa universidade daqui, ela é formada em direito.
A conversa estava ficando bem agradável, quando derrepente a atendente (que ainda não gravei o nome) abriu a porta e me chamou – bora, jean!
Nos despedimos ali, ela deu um sorriso daqueles onde você pensa que pena.....podiamos passar horas ali conversando. Entrei na sala, quando acabou o tratamento do meu dente, não podia falar direito, pois estava com muita anestesia na boca, não dava pra falar, né. Mesmo assim ainda deu pra dar um último sorriso de despedida, ai foi a vez dela entrar na sala. Engraçado como a gente conhece as pessoas, de uma hora pra outra, e quantas outras oportunidades a gente perde, por timidez ou acomodação. Pensei em trocarmos email, mas poderia parecer muita pretensão minha, não quis parecer pretencioso, mas fiquei com a sensação de que essa conversa ainda vai se desenrrolar, as pessoas sempre frequentam os mesmos lugares aqui!

sábado, 31 de janeiro de 2009

sábados a tarde

Os sábados à tarde nessa cidade são únicos, esse cheiro de asfalto quente pós chuva ( nem que seja só um pouquinho, mas chove!), registra toda uma lembrança que trago desde criança, justamente por causa desse cheiro de asfalto.
Lembro que morava numa vila onde não tinha asfalto, então quando chovia era um cheiro de terra, o cheiro de terra não lembro muito bem não, mas lembro que tinha, já o de asfalto!......Não demorou muito asfaltaram a vila, esse sim eu lembro muito bem, é mais ou menos o cheiro de asfalto que sinto hoje, como fico as tardes trabalhando, não tenho mais essa oportunidade de lembrar de coisas boas, que esse cheiro me traz.
Lembro que costumava espiava pela janela, através das grades meus amigos, alguns nem tanto assim, passeavam de bicicleta pela vila. Naquela época quase não passava carro na vila. Às vezes se formava uma fila de bicicleta, geralmente comandada pelo pai de alguém ou pelos mais velhos da vila.
Mas essas filas de gente pedalando não se formaram muitas vezes, era só de vez enquando.
Como eu era pequeno, minha mãe só deixava participar quando o meu irmão mais velho Paulo, ia na frente pedalando.
Eu também dependia da bicicleta dos meus irmão, pois eu preferia ganhar carros de controle remoto no natal, então nunca tive propriamente a minha bicicleta. Mas sempre dava um jeito de pegar a de alguém emprestada. ...(continua)

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Início

Hoje, data inicial de uma nova era. Momento pré carnaval, momento do Forúm Social Mundial q acontece aqui na minha cidade, momento de escrever, escrever pensamentos, observações, idéias e muito mais.

Primeiras linhas

Primeiras linhas do meu primeiro blog.

Diariamente percorro 4km a pé, entre idas e vindas do trabalho pra casa de casa para o trabalho. Sempre no trajeto observo as pessoas, comportamentos e formulo idéias. Pois é, serão essas idéias que tentarei postar aqui diariamente. Além das viajens que farei durante o ano. E outras cositas más.